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Magic the Gathering | Standard

RAMUNAPLESS RED NO PPTQ ANÁPOLIS

Eu decidi parar de jogar magic. Não é a primeira vez que faço isso, mas dessa vez eu tava muito cansado, pobre, de saco cheio, briguei com meu sócio, vendi minhas cartas! Isso foi terça feira à noite. Na quarta de manhã eu já procurava um deck pra jogar o PPTQ do final de semana. Achou que ia parar de jogar magic? Achou errado, amigo!

Essa é a temporada mais importante de PPTQs que eu já joguei, em que cada campeão carrega um time de três jogadores para o RPTQ Magic 25. Isso significa que uma vitória não gera apenas uma, mas três vagas! Não uma, mas três promos! É a chance de jogar o Pro Tour de trios, sem falar em toda a diversão de viajar para São Paulo com os amigos!

Não é a primeira vez que a Wizards faz um Pro Tour de times, na verdade, será a 22ª vez que isso acontece. Desde o Pro Tour São Francisco em 2011 não havia times no Pro Tour. Ano passado vimos o ressurgimento de campeonatos de times com o crescimento do número de eventos, sendo vários GPs, um maior suporte para times por parte da Wizards, incluindo um novo sistema no Pro Tour onde, ao final do ano, os dois times com mais pontos batalharam para se sagrarem campeões durante o mundial de 2017. É uma das dinâmicas mais recompensadoras e divertidas do magic, as viagens valem muito mais à pena quando são compartilhadas com os amigos, ganhando ou perdendo, os torneios acabam se tornando uma grande diversão, com clima muito mais amigável entre os jogadores.

Eu comecei a temporada dedicado ao meu time e, assim que anunciei que ia parar, eles nem titubearam em dizer que caso ganhassem a vaga eu ainda faria parte do time. Eu não podia simplesmente largar mão de tudo e deixar eles jogando por mim, eu tinha que terminar pelo menos essa temporada de PPTQs. Na quarta eu já tinha recebido ofertas de mais de cinco pessoas que me emprestariam decks pro torneio em Anápolis. Eu tava triste, chateado, cansado de toda semana testar decks para o torneio do fim de semana, viajar, gastar uma grana em inscrição e morrer na praia. Não só eu, mas meu time já tava bem cansado dessa rotina, desde o começo do ano todo final de semana tinha um torneio importante.

Eu tinha decidido uma coisa: eu não ia dirigir. Todos os torneios em que fui dirigindo, joguei mal as primeiras rodadas, cometendo erros por falta de atenção ou por não estar completamente acordado ainda. Na quinta, a lista tava pronta. Eu nem pensei muito, peguei uma lista atualizada de Monored, alterei o sideboard do jeito que eu gostava e pronto. Eu realmente não queria perder meu tempo testando e tunando a lista, claramente eu também não queria perder tempo jogando magic porque escolhi o deck mais agressivo do formato para jogar. Aqui preciso lembrar de uma coisa a quem está acostumado com os FNMs e outros torneios regulares: Monored é um dos melhores decks do formato, mas os jogadores que o pilotam não costumam o fazem com maestria. O deck é muito forte, talvez o mais forte do formato mesmo após o ban.

Não saiam copiando minha lista, não é a ideal. Eu só tinha uma certeza: queria 4 Abrasão de main e pelo menos 3 Portador da Glória de sideboard. Eu definitivamente não estava me importando muito com a lista e tive uma enorme preguiça para pensar. No torneio, não senti falta da quarta Hazoret, a Fervorosa , não foi uma escolha, foi alteração de última hora por questões de disponibilidade mesmo. Eu poderia ter conseguido a quarta, mas eu tava tão despreocupado que eu simplesmente coloquei uma Segadeira da Eteresfera no lugar. Nada de muito diferente, mais do mesmo, a única grande inovação era Areias Infinitas que não custa nada e às vezes salva seu jogo. Quando as remoções do seu oponente começam a não funcionar mais, ou ele começa a ter que gastar 2 remoções para matar um bicho, as coisas se complicam demais. A única vez que eu exilei uma criatura, eu já tinha perdido o jogo e estava jogando só para cumprir tabela e me divertindo, mas em mais de um jogo meus oponentes perderam com uma remoção na mão porque não queriam gastá-la contra meu deserto. 

Assim que listei percebi a cagada que eu tinha feito. Eu tinha muitas cartas pra entrar contra midranges e senti falta de Esguicho de Magma . Com as quatro Chandra, Chama da Rebeldia na lista, o Asfixiador das Areias ficou meio inútil e lento. Apesar de o ter colocado para dentro em vários jogos, nunca cheguei a conjurá-lo, por sorte.

JOGOS

Round 1 - Grixis Tesouros 2-1

Ele começava, mulliguei a 5 pra 4 lands e uma Hazoret, a Fervorosa . Ao longo do jogo comprei as outras duas, mas meu oponente resolveu todas antes mesmo de atacarem, uma atrás da outra, terminando em um Logro Mágico que gerou 4 tesouros. Ele transformou um Mapa do Tesouro e chegou a 7 tesouros. Eventualmente ele chegou a 15 tesouros. Eu já sabia que tinha perdido, mas fiquei esperando ele me mostrar como ia me matar, se era com o encantamento Refestelar‑se na Riqueza ou com Mestra das Marionetes - que seria mais fácil de lidar porque eu poderia matar em resposta à habilidade de fabricar. No turno 20 ele finalmente achou uma Mestra das Marionetes e eu concedi.
Jogos 2 e 3 foram bastante simples, ele mulligou mais agressivamente porque sabia meu deck, eu vim com Mensageiro de Bomat seguido de Kari Zev, Incursora das Aeronaus no jogo 2 e no jogo 3 bomat seguido de Khenra Abala-terra e Demolidor da Safra Ahn , ele nunca teve tempo de estabilizar e morreu bem rápido.

Round 2 - Grixis Energia 2-1

Eu não lembro muito desse jogo, só lembro de mulligar muito no jogo 1 e perder, ganhar jogo 2 tranquilamente e jogo 3 ser um grande atropelo. Meu oponente não fez o terceiro terreno, eu voltei com um Demolidor da Safra Ahn que ele teve que matar, No turno seguinte fez o terceiro terreno virado, eu fiz uma Hazoret, a Fervorosa e ele anulou, botei ele a 13. Ele não tinha o quarto terreno também e passou, voltei de Chandra gerando mana pra fazer um Dragão e ele concedeu.

Round 3 - Monored 0-2

Ele ganhou no dado. Mulliguei a 6 e a 5, e em ambos os jogos me coloquei numa posição para ganhar, mas ele tinha o quinto terreno + Portador da Glória e não tive como segurar. Ele usava 4 Dragões no main deck! Eu não tinha muitas chances de ganhar quando o oponente já vem pré-sideado para o mirror e ainda começa.

Round 4 - Jund monsters 2-1

A essa altura comecei a avisar meus oponentes que não me deixassem mulligar a 4, porque desde o ano passado eu e Guilherme Alves estávamos 100% de aproveitamento em mulligans a 4. Jogo 1 mulligo a 5, sou atropelado. Jogo 2 é a vez dele mulligar a 5. Jogo 3 foi acirradíssimo. Daqui pra frente eu comecei a colocar os deuses do magic em cheque. Se era realmente para eu parar de jogar, eles me dariam a resposta. Eu tinha só uma montanha na mesa e 3 Deserto Abrasado pelo Sol . Meu oponente tinha um Rhonas, o Indômito , um Coração de Kiran e uma Chandra com 2 marcadores que acabara de matar um Demolidor da Safra Ahn e achara uma remoção para um dos meus dois Mensageiro de Bomat . Eu passei a maior parte do jogo sem a segunda vermelha e mesmo assim coloquei ele a 4 de vida, ele demorou demais para achar o coração e a essa altura eu ainda estava a 20 de vida. Eu tinha só um Mensageiro de Bomat com 5 cartas embaixo, a Chandra e uma Kari Zev, Incursora das Aeronaus na mão. No meu turno, comprei a segunda montanha e finalmente fiz minha Chandra. Revelei o topo e matei  a Chandra dele, pensando que se ele quisesse gastar o turno dele atacando minha planinauta com o coração, eu voltava comprando 6 cartas com o Bomat. Erro número 1: eu não precisava matar a Chandra dele. Erro 2: Eu não precisava fazer minha planinauta neste turno. Erro 3: devia ter feito minha Kari Zev, atacado com Bomat e trocado uma Chandra por 6 cartas todos os dias da minha vida. Erro 4: Se eu tivesse causado 2 de dano nele ele teria morrido dois turnos depois. Na volta, ele faz Sóis Escaldantes pra matar só meu Bomat e eu só tinha um deserto incolor desvirado, ele tripulou o Coração de Kiran e matou minha Chandra com o +2/+0 do Rhonas.

A essa altura eu só tinha uma Kari Zev na mão e achei que meu torneio ia acabar ali, tudo bem era o sinal que eu esperava pra largar o jogo de vez. Mas alguma coisa dentro de mim não queria perder. Eu comecei a contar as minhas probabilidades. Minha vantagem é que eu ainda estava a 20 e ele só tinha 4 de vida, eu ainda não comprara nenhuma das burn spells do deck. Comprei terreno fiz a Kari Zev, Incursora das Aeronaus e passei. Ele comprou uma Patrulheira Jadeluzente que achou um terreno e um Andarilha das Copas Tritã que ficou no topo. Tripulou o Coração e me bateu 4. Comprei outra Kari Zev, Incursora das Aeronaus e ataquei. Ele bloqueou o macaco, foi a 3. Desse turno em diante eu tinha informação perfeita. Ele fez o Andarilha das Copas Tritã , achou uma Pia Nalaar no topo. Eu sabia que era meu último turno antes de tomar letal. Se ele tivesse usado o bônus do Rhonas, o Indômito pra me bater 6 no turno passado, ele poderia ter atacado pra letal nesse turno. Eu tinha a segunda Kari Zev na mão, se ele tivesse sido mais agressivo eu teria feito ela pra bloquear e evitar a morte. Acho que ele pensou o mesmo que eu: qualquer criatura com ímpeto (ainda tinha 11 no deck) ou um burn (ainda tinha 8, 11 se contasse as Chandras) matava ele. A qualquer momento se ele fosse super agressivo e não deixasse bloqueadores suficientes ele podia morrer. Eu tinha 2 cartas na mão que só podiam ser terrenos ou Abrasão - qualquer outra carta ou matava ele ou era uma criatura que eu teria conjurado. Ele jogou bem seguro, atacou mais uma vez só com o coração, fui a 12. Comprei outro terreno, ataquei, ele bloqueou minha Kari Zev, Incursora das Aeronaus com o Deus e o Patrulheira Jadeluzente , foi a 1 de vida, fiz outra Kari Zev e passei.

Agora eu estava efetivamente morto na mesa, mas só eu tinha essa informação. Ele podia ter feito a Pia, sacrificado o tóptero pra me impedir de bloquear ou simplesmente atacar com tudo e dar +2/+0 e atropelar duas vezes com o Rhonas. Como disse antes, minha mão só podia conter terrenos e Abrade, de outra forma eu já teria ganho. Mais uma vez meu oponente jogou seguro, deixando o maior número de bloqueadores, me atacando só com o coração de Kiran. Fez a Pia e passou. Eu tinha uma carta pra comprar, era agora, eu já tava pronto para apertar a mão do meu oponente que se tivesse jogado um pouco mais para frente teria ganho e eu merecia perder pelo meu erro na jogada da Chandra. Mas, hoje não! Não dessa vez! Os deuses do magic estavam comigo. Eu revelei os terrenos da minha mão e esfreguei as mãos, todo mundo ao nosso redor se aproximou para olhar a carta que viria do topo do meu deck. Eu realmente esperava mais um terreno ou uma criatura qualquer que não me ganharia o jogo nesse turno. Na verdade, a Segadeira da Eteresfera que era para ser uma Hazoret, a Fervorosa seria épico, porque eu tinha a mana pra fazer ela e descartar um terreno, o que me ganharia o jogo.

Era um Golpe Relampejante . Meu oponente sorriu e apertou minha mão me desejando boa sorte, mas de uma maneira amigável e cavalheira, como um lutador que reconhece seus erros e não se sente mal por perder, faz parte do jogo.

Pelas minhas contas, essa vitória me garantia no Top 8 e era só empatar a última.

Round 5 - UB Control

Último round caí contra um UB control que me ofereceu o empate, eu até pensei em jogar e ganhar dele pra ficar melhor nos standings, mas eu não queria boosters, eu não queria mais gastar minha sorte, o empate garantia o Top, meu time tava garantido também. Esse era o primeiro torneio desde que começamos a jogar como time que o trio não se enfrentava em nenhuma rodada do suíço e todos se classificavam pro Top 8, eu já tava bem feliz, dava tempo de almoçar e eu nem precisava ganhar o torneio.

Top 8 - Grixis Midrange

Passei em sétimo, ou seja, eu começaria comprando contra quase todo mundo no top. O que não me incomodava nem um pouco. Esse jogo me lembrou muito o Grixis tesouros da primeira rodada: primeiro jogo fui completamente destruído, atropelado tão fácil que eu nem imaginava como poderia ganhar dois jogos contra aquele deck. Jogos 2 e 3 eu tinha muitas ferramentas para ganhar e as mãos que eu abri tinham todos os terrenos. Jogo 2 eu só sambei na cara dele:  Mensageiro de Bomat , Kari Zev, Incursora das Aeronaus , Segadeira da Eteresfera , Chandra, Chama da Rebeldia . Ele não teve como segurar. Jogo 3 fiz duas Hazoret, a Fervorosa , meu oponente anulou as duas, voltei de Dragão, Dragão, Chandra + Fênix Reavivante e foi demais pra ele.

A essa altura todos os membros do meu time ganharam seus jogos e isso nos garantia na final. Éramos Eu, Guilherme Alves , Alessander C Almeida e ALEXANDRE COPELLO CAVALCANTE no Top 4. Pela primeira vez em muito tempo eu via os 4 melhores jogadores do torneio nas semifinais. Eu fui condecorado com a honra de eliminar o último adversário que podia tirar a vaga do meu time.

Top 4 - Grixis Midrange

Comecei mulligando a cinco, avisei de novo que não me permitisse ir a 4, porque eu não perderia. Passada essa provocação, minha mão veio bem boa com dois desertos que exilam o cemitério. A única pressão que meu oponente teve durante a maior parte do jogo foram dois Campeã do Raciocínio , que eu matei e exilei do cemitério. Quando já estávamos os dois confiando no topo do deck, ele achou dois Mecanotitã Torrencial quase um atrás do outro. Um deles ainda conseguiu conjurar uma remoção do cemitério, mas o segundo foi só uma barreira grande já que todas as outras cartas estavam exiladas do cemitério. Eu parei na quinta mana e daí até o fim do jogo eu só comprei gás. Ele matou minha Kari Zev, Incursora das Aeronaus e eu comprei outra, depois vieram em sequência três Demolidor da Safra Ahn que acabaram por finalizar o jogo junto da minha pirata favorita.  

Jogo 2 mulliguei a 5 de novo, mas dessa vez o deck não colaborou, comprei mais de 10 terrenos e só duas criaturas.

Jogo 3 fiquei com 7 e meu oponente mulligou a 5. Um espectador se assustou quando eu fiz um Portador da Glória e meu oponente ainda tinha só duas manas. Pouco tempo depois eu estava na final, com vaga garantida, contra meu companheiro de time.

Final - Esper GPG

Eu queria ficar em primeiro. Depois de anunciar que ia parar de jogar, ganhar o PPTQ logo em seguida seria uma história muito boa. Eu disse para o Guilherme Alves "vamos embora, mas deixa eu ganhar porque eu quero meu nome em primeiro no registro do torneio" mas ele quis jogar, ele queria ser bicampeão de PPTQ em temporadas seguidas. Ah, isso não se faz. Os deuses do magic punem. Quando você oferece a divisão do prêmio e a outra pessoa se nega, o jogo pune. Ele mulligou a cinco os dois jogos, eu comprei os desertos que exilam cemitério no jogo 1 e o gancho no jogo 2, ele não teve a menor chance.

  
FINAL - Gustavo Suna (Mono Red) 2 x 0 (GPG) Guilherme Alves

O jogo não vai me deixar sair tão fácil. Um amigo me disse que a única vez que ele quis parar de jogar, garantiu vaga para o Pro Tour Amsterdam. Espero que esse seja meu caminho. Não vou ficar triste de ir para São Paulo com meus amigos, jogar um dos meus formatos favoritos e não me classificar para o Pro Tour. É uma ótima forma de parar, uma ótima história pra contar. Também não ficarei triste de ter que ir para o Pro Tour que comemora os 25 anos do Magic, jogar Legacy e curtir uma viagem para os EUA. Os deuses do Magic me carregaram até aqui e veremos até onde irei.

É difícil parar. São muitos fatores, muito tempo e dinheiro investidos. O que vou fazer com minhas cartas? Será que um dia eu vou querer jogar de novo? O que fazer com os amigos? Nunca mais vou aparecer na inside games? Já me perguntaram tudo isso e mais, mas eu já tenho todas as respostas. Eu namorava a ideia de parar há mais um ano, eu realmente vou parar, talvez para sempre, talvez só por um tempo. Não me arrependo do tempo, a maior parte dele foi gasto com amigos que eu levo para a vida, rindo muito e me divertindo. O dinheiro, muito dele não vai voltar e eu sei disso, mas só de saber que eu não tenho a obrigação de continuar gastando com o jogo já me deixa mais rico. Eu não quero ter nenhuma carta comigo e nem me preocupar com magic mais. O RPTQ é só em junho e já vai ter outra edição, outro metagame, então eu posso ficar tranquilo por enquanto.

Eu ainda não tinha decidido uma maneira de me despedir de todo mundo, tantos amigos que eu fiz ao longo dos anos, pessoas que eu não quero que saiam da minha vida, mas vamos acabar nos afastando meio que sem querer. Eu rabisquei alguns agradecimentos à Inside Games pela amizade e por todo apoio que me deram, ao meu time Guilherme Alves e Alessander que têm que aguentar meus decks malucos, aos meus sócios Guilherme e André que aturaram meu gênio forte e perderam horas e horas em discussões inúteis comigo. Mas é muita gente que tem para agradecer e se fosse enumerar pessoas e razões não caberia tudo aqui. Eu não vou sumir completamente, de vez em quando vou aparecer para falar que vocês tão jogando errado, beber com o Hélio, levar meu bolo para o Jonais e até aparecer numa stream, quem sabe?

A todo mundo que compartilhou tantos momentos felizes comigo, a todos os amigos, os rivais, todos os bêbados e queridos. Por várias vezes em que o magic era a única coisa que mantinha o mínimo de sanidade na minha vida. Eu só tenho a agradecer e espero vê-los não tão em breve, que agora eu tô de férias até junho!

Um grande abraço galera e não me esperem mais para o standard :)

 

 


Gustavo Henrique Lyra Alves

Turno 1 Birds, Turno 2 Fires, Turno 3 Blastoderm, Turno 4 Explosão de saprófita = GG EZ



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